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1. Tom & Jerry: O filme (1992)
Tom e Jerry conhecem Robyn Starling, uma fugitiva que precisa desesperadamente da ajuda deles para encontrar seu pai. Apesar dos esforços heroicos, Tom e Jerry são capturados pela malvada tia Figg e seu advogado Lickboot, e jogados na prisão do terrível Dr. Applecheeks. De uma maneira incrível, Tom e Jerry conseguem escapar e ainda libertam seus novos amigos Puggsy e Frankie Da Flea. (Fonte).
Eu anotei alguns futuros temas de posts para escrever aqui e quando avistei meu diário antigo eu pensei: "Por que não falar sobre ele?". Separei alguns dias do meu diário de quando eu era uma garota de 12 anos para fazer um post diferente aqui no blog. Vamos lá:
25/12/2007
"Eu me levantei às 04:25 am para abrir o meu presente, eu nem imaginava que era tão escuro, tive que abrir na cozinha, quando peguei, já sabia que era um diário. Demorei para tirar as chaves do cadeado, consegui abrir, só não consegui fechar o cadeado, deixei aberto, guardei e fui dormir. Me levantei às 05:00 am e chamei Lucas. Ele se levantou e abriu o seu presente, rasgou o embrulho, era um videogame em formato de celular que tinha lanterna. Danilo ganhou um relógio muito chique. Ainda sobrou brigadeiros que eu e Lucas fizemos na véspera de Natal. Foi um dos Natais mais legais!"
O tema do post de hoje é bem angustiante, difícil de escrever, mas ao mesmo tempo importante de ser compartilhado. Tudo na nossa vida é aprendizado, mas quando certas coisas acontecem quando somos jovens demais e imaturos para entender o que se passa fica difícil compreender e aceitar que determinadas situações da nossa vida ocorrem para o nosso "bem".
Quando somos crianças, nosso perfil de adulto é literalmente moldado. A partir do momento que estamos descobrindo o mundo, nos desenvolvendo, lidando com as pessoas, a cada dia estamos aprendendo mais e certas coisa nunca esqueceremos, seja por bons ou maus motivos, ou por lembranças boas ou ruins. Como o tema do post é meus traumas de infância, citarei alguns que me marcaram até hoje.
Meus pais não se amavam
Eu lembro de ficar reparando nos meus pais e não achá-los um casal, mas pessoas que conviviam juntas. Eu era muito nova, tinha cinco, seis anos e já notava isso, o que me deixava bastante angustiada. Eu pensava que entre eles deveria existir amor, companhia, afeto e eu não presenciava nada disso, e isso me incomodava. Fazia brincadeiras para unir os dois, até tirava onda com o fato pra poder brincar um pouco e ver se eles se entendiam, mas nada.
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