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Estamos num tempo onde é super comum ouvir o termo "blogueiras", mas também as perguntas "As pessoas ainda leem blogs?" ou "Vale a pena criar um blog?" são igualmente recorrentes. Alguns dizem que o Youtube "tomou" o lugar dos blogs" e que se você quiser ter um retorno de público deve criar um canal porque vídeos são a forma que as pessoas estão consumindo informações no tempo de hoje.
É notável que os blogs diários com posts com poucas palavras, sem preocupação estética com imagens, parágrafos e SEO, e repletos de gifs e de detalhes do dia a dia não existem mais. Porém, nem todo mundo quer criar um blog com a visão de profissionalismo e de criação de imagem, uma forma bem bacana que promoveu mudanças na vida de algumas blogueiras que se consolidaram com parcerias e publicidade e bom engajamento com o público.
Contudo, é muito difícil não se livrar da nova roupagem que a Blogosfera foi ganhando com o passar dos dias. Afinal, produzimos conteúdo e temos que fazê-lo chegar a outras pessoas. Então a preocupação do blogueiro não é apenas a construção do post, mas o trabalho de criar uma Fanpage, um perfil no Instagram e no Pinterest, e até uma extensão como canal no Youtube, e atualizá-los diariamente, seguir perfis em comum, conseguir comentários, likes, engajamentos... Assumir um blog é assumir o termo de que é uma junção entre hobby + trabalho! Bem, talvez "trabalho" não signifique necessariamente "ser a sua profissão", mas que blog dá trabalho... dá, e muito!
Mas aonde eu quero chegar com tudo isso?
Olha só quem deu as caras no "De cara", hehe.
Bem, meu blog é super pessoal, então vou começar desabafando o que sinto no momento sem ir diretamente ao assunto do post. o/
Eu já tinha comentado aqui que agora estou fazendo outro curso superior só que agora em um horário integral e deixado um recadinho aqui na sidebar do blog que não estaria muito on-line por aqui... Pois bem, quando eu criei o blog eu estava numa fase de saturação mental por já estar no último ano do meu curso superior e convenhamos que 4 anos é muuuita coisa né?! O blog foi minha válvula de escape e deixei de me dedicar 100% à Universidade para voltar a blogar e me sentir menos ansiosa, e deu super certo!
Neste ano, com minha rotina nova, eu queria me adaptar primeiro e não queria me desapontar nas disciplinas, já que agora que estou fazendo Educação Física muitas coisas são novas pra mim e só no primeiro período já senti isso na pele: Ou você se dedica ou faz as coisas mais ou menos, e não gosto de fazer meus compromissos mais ou menos.
Hoje, em um belo fim de semana, pensei: por que não ligar o computador e escrever algo "do nada"? Quando estive off do blog eu mal me envolvia com a Blogosfera a não ser pelos grupos do Facebook, tanto que não li ou respondi aos novos comentários (me perdoem!) ou programei posts porque eram muitas atividades que somadas a outras que eu ainda não me organizei eu poderia "enlouquecer", hehe. E respirar faz super bem.
Mas de um jeito ou de outro senti que era tempo de escrever alguma coisa, mesmo que não tenha tantas visitas ou nem que eu esteja 100% envolvida com a Blogosfera como há alguns meses atrás. Sou grata por até receber alguns e-mail sobre o post mais visualizado do blog mesmo quando eu estava desligada de tudo isso aqui e espero poder continuar ajudando uma pessoinha ou outra e me sentir útil nesse meio que é a saudosa Internet.
Eu aprendi muitas coisas depois que eu criei o blog que me fizeram ser uma pessoa melhor, e depois que muitas coisas me aconteceram como me formar, iniciar outras projetos acadêmicos e planejar minha carreira profissional e pessoal, eu amadureci e refleti sobre as coisas seguintes e resolvi compartilhar aqui com vocês:
1. Não deixar pra amanhã o que você pode fazer hoje é mais fácil do que parece
Eu tinha o hábito de acumular assunto "sem querer" porque achava super de boa só ir pra aula, fazer anotações, e me desligar de tudo quando chegasse em casa. Até que chegavam as provas, e dias antes eu tinha que estudar tudo do início e de uma vez, e por fim recebia uma nota "que dava pra passar" e me sentia plena com isso, tirando as vezes em que eu não alcançava notas suficientes e iria para as finais.
Já no meu novo curso que é mais intenso do que o meu anterior, eu não posso nem sonhar em acumular assunto. Então pensei o óbvio: Se eu estudar aos pouquinhos, se eu chegar em casa e fazer o mínimo possível eu não preciso me preocupar tanto. Dito e feito. Enquanto meus colegas se desesperavam 1 dia antes da entrega de um trabalho, eu já estava tranquila porque já tinha feito tudo há 1 semana atrás e agora já focava em outros projetos.
Sabe, não se trata de necessariamente fazer tudo em um único dia, mas fazer o máximo possível que você pode na data de "hoje". Eu procuro não me cobrar tanto, e se eu estiver cansada e só puder ler 2 parágrafos de um texto, já me sinto com o dever cumprido. E vou falar pra vocês, isso de se esforçar para cumprir suas tarefas do dia vicia! Eu acabei fazendo um planner semanal, e isso me ajuda bastante.
Confesso que nunca vivi os costumes de muitas pessoas nessa época do ano: falar de uva passa, comer peru, panetone... Não, não vivo em outro planeta. Só não é um costume meu, pelo menos não na minha criação.
Minhas memórias de Natal me lembram a minha infância. Se tem uma época que o Natal foi vivenciado por mim de forma pura e com sentimentos de paz foi quando criança: Festas da escola, fim de ano, hora de receber a "sacolinha" com as provas e trabalhos do ano, ir pra casa, férias...
Eu sei que muitas pessoas podem estar sofrendo hoje, por inúmeros motivos. Sei que a vida é uma caixinha de surpresas, surpresas estas que podem ser dolorosas, decepcionantes e dilacerantes. Sei que gastamos muito tempo pensando em nosso âmbito pessoal e em obter cada vez mais coisas. Nada nos é suficiente, à medida que conquistamos mais, queremos sempre mais também, depositamos muito nossos objetivos em ter materiais e títulos, em ter nosso dinheiro, em ter um sapato novo, o que quer que seja.
O ano já está indo embora... E com ele resta o saldo de muito aprendizado, desafio, choro, lágrimas, promessas... Normal né? Eu não sei vocês mas eu sou uma pessoa que gosta muito de memorizar as situações vividas e de ficar pensando: Como seria se eu tivesse agido diferente? E se eu soubesse que isso iria acontecer, será que se eu tivesse falado isso, não dito aquilo, se eu tivesse dito não ao invés de sim, ter feito diferente, será que teria sido melhor?
Quem nunca ficou triste por um término de um relacionamento, por uma amizade desfeita, por vínculos rompidos? Queremos que tudo na vida aconteça do jeito que queremos e muitas vezes negamos a realidade das coisas para acreditar no que queremos acreditar. Afinal, queremos que tudo para nós dê certo.
Às vezes você está em um novo relacionamento e percebe indícios de que as atitudes do parceiro já não são tão coerentes quanto àquelas que te atraiu. Mas não tem problema, você quer continuar junto dele e você quer enxergá-lo da melhor maneira possível, não importa se ele está te provando o contrário. Depois que tudo acabar, você pode até querer jogar toda a culpa nele e se vingar, mas, antes de tudo, você já tinha aceitado, sem se dar conta, se defraudar emocionalmente.
Sempre mantive meu coração bem guardado. Por mais que ele ousasse querer seguir seus próprios caminhos, eu soube ser racional e dizer "vai com calma!". Ele não parava de sonhar em bater mais acelerado por alguém. Ele queria a todo o custo ter outra razão para pulsar. Queria sentir altas doses de dopamina e precisava de doses de sentimento. Eu já estava com os efeitos colaterais causados por toda essa falta de envolvimento em paixões. Mas não era culpa minha.
Depois de ler o post Precisamos falar sobre introversão do blog da Flávia Harada me senti disposta a falar sobre algo pessoal, que pelo título vocês já devem saber o que é. Quem lê meus textos e me acompanha em grupos no Facebook talvez não chegue a imaginar que eu sofra com isso, afinal aparentemente me expresso bem, me sinto à vontade para falar sobre diversos assuntos e "apareço" muitas vezes interagindo com a galera tanto no blog quanto no Facebook.
Antes de tudo, eu não sou nenhuma Hannah Montana e uso o blog e as redes sociais como um mundo imaginário e sendo uma pessoa diferente do que eu sou. A Juliana do blog é real, sendo que eu me expresso muito melhor através da escrita, e como sou apaixonada por cuidar de blogs e mexer com tudo que envolva páginas na internet me sento infinitamente mais à vontade por aqui.
Resolvi fazer este post depois de há muito tempo me deparar com situações que me incomodaram e de ler posts maravilhosos como o Admirável blogosfera nova e o Não desista de ser blogueira (leia porque são posts complementares e vão lhe agregar muito, viu!?).
Vamos lá... Quando criei meu primeiro blog foi algo meio instintivo pra mim... Ninguém chegou para mim e falou "Vou te ensinar a criar um blog" ou "Vou te mostrar o que é um blog e o que você deve escrever nele". Claro que em si não é um problema pesquisar no Google informações de como criar um blog. em que site hospedar, etc.... Estou querendo dizer que criei um blog porque meu coração de garota insegura tímida jovem de 14 anos queria um espaço pra só chamar de seu e compartilhar seus pensamentos e assim o fez.
Quantas vezes já ouvimos falar que o tempo é o melhor remédio. Que o tempo cura tudo. Que há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Que para tudo há um tempo certo. Que não podemos fazer tal coisa no tempo errado. Que devemos respeitar o tempo. Que devemos esperar o tempo certo para que algumas coisas aconteçam. Que não temos tempo pra alguma coisa... Realmente, tempo é tudo.
E uma das coisas em relação ao tempo que eu gosto é que se foi bom ou se foi mau, só o tempo dirá. Mas por que eu falo isso? Porque costumamos classificar as coisas no nosso presente e afirmar que:
"Isso aconteceu para o meu bem, estou vivendo meu sonho".
"Conhecer você foi a melhor coisa que me aconteceu, não vou me decepcionar".
"Ganhar esse emprego foi muito bom pra mim, impossível não ser feliz"
"Acabar meu casamento foi a pior coisa que me aconteceu, vou ser infeliz pra sempre".
Costumamos classificar as situações conforme a aparência que elas tem no momento atual. Aparência esta, que pode ser uma primeira impressão. Naquele momento, observamos e captamos uma mensagem da forma que ela aparenta ser ou em alguns casos, a idealizamos e acreditamos numa ilusão. Mas, com o passar do tempo, as aparências vão passando, as verdades vão se revelando, as dificuldades também, e o que não podia mais estar sólido perde seu alicerce.
Resolvi "ressuscitar" um post que eu fiz num meu antigo blog (na verdade era esse, sendo que com outro nome, enfim...). Queria falar sobre algo que eu goste, e me lembrei que já tinha feito um post sobre minha cantora favorita, assim como eu já fiz dois posts sobre o meu cantor favorito, o Bruno Mars, que você pode conferir aqui e aqui. Eu também já tinha mencionado meu carinho pela Miley no post Personagens que poderiam ser meus amigos.
Adivinha quem está de férias e de volta à ativa? Sim, sim, obviamente que euuu, afinal o blog é meu não é mesmo, haha. Bem, eu me envolvi muito com o blog esses últimos meses porque ele é bem recente e eu super me empolguei com ele, tanto que deixei as coisas da universidade um pouco de lado já que eu tava de saco cheio da mesma. O retorno do blog têm sido incrível, mas a minha falta de comprometimento com o curso fez com que eu ficasse até as provas finais e me desanimasse um pouco não só com o blog, mas com a vida em si, além de outras coisas que me aconteceram.
É muito ruim se sentir sozinho e se dar conta de que não há ninguém do seu lado. Por outro lado é muito bom ter alguém por perto, com quem você pode sempre contar e compartilhar todos os seus segredos e tudo que acontece na sua vida, afim de que você possa ter um porto seguro em todos os momentos. Todo mundo precisa de uma âncora pra se mante de pé e saber que não há por que se preocupar demais, as coisas vão ficar bem.
Quem já passou muito tempo só sabe a alegria que é quando alguém chega na nossa vida e parece diferente das outras pessoas. Ela nos traz aquela companhia boa que ninguém nunca nos trouxe, se preocupa conosco e diz coisas que queremos ouvir. É, parece que aquela pessoa é a ideal para você, o que você tanto precisava. Com tanta segurança e tanta afinidade fica fácil e natural para você depositar sua confiança nela. Ela disse que você pode contar com ela. E você contava.
Bem, eu não pretendia atualizar o blog. A universidade está me consumindo muito e o fato de que eu já estou no último ano e cansada da vida acadêmica me deixa muito deprê. Tanto que eu nunca prosseguiria com o blog há um tempo atrás porque eu estava super animada com o curso e não me dedicaria a nada além dele. Agora que eu já tô de saco cheio de tanto estudar, se esforçar pra tirar 9 e afins o blog virou meu refúgio.
Hoje estou inspirada e este post foi escrito especialmente para as mulheres que assim como eu já perderam bastante seu tempo com certos caras que no início pareciam legais e interessantes, mas que depois foram demonstrando que não estavam tão dispostos em nos proporcionar um relacionamento saudável, verdadeiro e respeitoso.
Depois das minhas experiências, que tal ler alguns sinais e identificar quando um cara não está tão afim de você ou já não quer mais nada? Vamos lá!
1- ELE NÃO TE PROCURA MAIS
Lembra que ele fazia questão de te mandar mensagens de "Bom dia!" no WhatsApp assim que ele acordava? Depois que ele conseguiu o que queria ou perdeu o interesse ele não vê mais motivos para isso. E se você questionar a ele o porquê de ele ter se afastado ele vai responder que "não tem 24 horas por dia para falar com você" e tentar fazer com que você se sinta a errada da história.
Pra quem não sabe eu curso Ciências Biológicas, então eu tenho prioridade para falar sobre um assunto que me incomoda: a divulgação de ideias, definições e pensamentos errôneos sobre o conhecimento científico, principalmente relacionados às Ciências Naturais.
Enumerei alguns pontos, são eles:
1. "QUANDO EU ERA UM ESPERMATOZOIDE..."


Primeiramente: ninguém nunca foi um espermatozoide. O espermatozoide é um gameta masculino, logo, é apenas a célula reprodutiva responsável por levar uma parcela (metade) das informações hereditárias proveniente do conjunto gênico do pai. Informações estas que vão possuir pequenas variações em cada espermatozoide, considerando as trocas gênicas ocorrentes nas fases de gametogênese, a diversidade do material genético hereditário e as etapas de divisão celular em si.
Como andei sumida por uns dias e a Universidade está muito puxada e exigindo minha alma, vou romper um pouco com o cronograma do blog e ao invés de uma Tag e posts do #MinhaEscrita vou escrever mais um texto novo <3
Acabei de editar as cores do Template, tirei um pouco o rosa e deixei sobressair outros tons, principalmente o cinza e o preto para o blog não ficar super feminino e todo rosa já que meu objetivo principal não é esse. Gostaram?
O Dia dos Namorados já passou, mas todo o tempo é tempo de reflexão. E a minha de hoje vai ser sobre algo que muitas meninas idealizam (ou não). Pelo menos quanto a mim era um hábito que eu tinha quando adolescente: idealizar meu futuro namorado. Hoje não invisto muito meu tempo nisso, apenas guardo no meu coração algo que eu sei que é o que eu mereço e quero pra minha vida.
Eu nunca quis namorar vários caras, sempre pensei em ter um único homem na minha vida, alguém que surgisse na minha adolescência, fase típica de início de namoro, e que pudesse crescer comigo, me acompanhado para o resto da vida. Sempre quis um amor verdadeiro e, logo, se com o primeiro menino que eu conhecesse eu sentisse esse amor, não haveria motivos para existir um segundo menino, mas sim o único. E eu estava ciente disso.
Quem me acompanha já deve ter reparado que o layout do blog mudou. Encontrei os serviços da Webdesigner Juliana Fonseca e fiquei pasma como temos tantas coisas em comum (apenas mesmo nome, mesma cidade, mesma graduação, mesma paixão por Webdesign e vontade de deixar a Biologia de lado para se dedicar ao mundo do Design Gráfico), rsrs. Este template é free e você encontra no site dela :).
Não é de hoje que venho pensando em respeito à vida. São tantas tarefas para se fazer durante um único dia, tantas coisas mal resolvidas e acumuladas, um cansaço que cada dia mais aumenta e a sensação de dever não cumprido por não saber administrar o tempo. O stress parece ser mais visível e incomoda bastante.
O tema do post de hoje é bem angustiante, difícil de escrever, mas ao mesmo tempo importante de ser compartilhado. Tudo na nossa vida é aprendizado, mas quando certas coisas acontecem quando somos jovens demais e imaturos para entender o que se passa fica difícil compreender e aceitar que determinadas situações da nossa vida ocorrem para o nosso "bem".
Quando somos crianças, nosso perfil de adulto é literalmente moldado. A partir do momento que estamos descobrindo o mundo, nos desenvolvendo, lidando com as pessoas, a cada dia estamos aprendendo mais e certas coisa nunca esqueceremos, seja por bons ou maus motivos, ou por lembranças boas ou ruins. Como o tema do post é meus traumas de infância, citarei alguns que me marcaram até hoje.
Meus pais não se amavam
Eu lembro de ficar reparando nos meus pais e não achá-los um casal, mas pessoas que conviviam juntas. Eu era muito nova, tinha cinco, seis anos e já notava isso, o que me deixava bastante angustiada. Eu pensava que entre eles deveria existir amor, companhia, afeto e eu não presenciava nada disso, e isso me incomodava. Fazia brincadeiras para unir os dois, até tirava onda com o fato pra poder brincar um pouco e ver se eles se entendiam, mas nada.
Aparentemente você tinha a sua vida toda organizada. Sua rotina era bem programada: de dia você fazia tal atividade, à tarde trabalhava ou estudava, e à noite tinha o costume de fazer sempre as mesmas coisas. Estava tudo bem pra você. Até surgir outra oportunidade em sua vida, seja de emprego ou outra questão, ou até mesmo um imprevisto. Neste último caso é muito mais fácil que toda a sua vida se "desmorone" em questões de segundos.
Este post é pra quem não sabe lidar com coisas novas, diferentes do habitual. Geralmente quando começo um emprego ou faço uma outra atividade nova onde lido com situações e pessoas diferentes não consigo me entregar de primeira. Parece que meu organismo envia mensagens de bloqueio e insegurança e não consigo despertar o meu verdadeiro eu. Não até as coisas se encaixarem e eu encontrar meu momento de conforto.
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